Um céu quente timidamente
Em Versos ondosos em ser
Sei que por dentro me ignora
Sei de ti sem saber onde
Vigora mar tumidamente quente
Versos saudosos em viver
Formoso areal em pedra
Estrelas em cota vigente
Um céu quente timidamente
Em mar tumidamente quente
Inteiro o outro desfeito
De mãos vazias como os teus dias
Cumes verdes levadas para te ver
Dono do céu toca no fundo
Um verde que esfuma o céu
Duro de olhar
Improvável de correr
Vertigem em descer
Ousada subida sem lua
Natureza nua escondida
Maresia de montanha
Despida de facilidade
Roupagem dura
Azul de verde
Poemas da Guarda
Sexta-feira, 25 de Junho de 2010
Promenade
Na minha janela brilha o sol
O coração fica triste
Contemplando a cidade
Porque não estás
Pérola
Me esquecerás
Perdida no atlântico
Entranhas de vulcão
Levadas de beleza
Paraíso reservado
Encontro inacabado
De flores
Em jardins viçosos
Canteiros de mar
Em água fervida
Desértico clima
Que tanto anima
O coração fica triste
Na minha janela brilha o sol
O coração fica triste
Contemplando a cidade
Porque não estás
Pérola
Me esquecerás
Perdida no atlântico
Entranhas de vulcão
Levadas de beleza
Paraíso reservado
Encontro inacabado
De flores
Em jardins viçosos
Canteiros de mar
Em água fervida
Desértico clima
Que tanto anima
O coração fica triste
Na minha janela brilha o sol
Sábado, 19 de Junho de 2010
Velha é a ambição
A pele está mais velha
Que te conte como estou
Não sei bem quem tu és
Foi o destino que lavrou
Epidérme de marés
Vivência de cortelha
Pia de humildade
Ruga de sensibilidade
Correcção de rumo
Vida a ambaçar
Risco de terminar na corriça
Cavalariça de prazer
Vai morrendo o coração
Esfrego sangue de paixão
Ressucito letras mortas
Vãs palavras de morrer
Que te conte como estou
Não sei bem quem tu és
Foi o destino que lavrou
Epidérme de marés
Vivência de cortelha
Pia de humildade
Ruga de sensibilidade
Correcção de rumo
Vida a ambaçar
Risco de terminar na corriça
Cavalariça de prazer
Vai morrendo o coração
Esfrego sangue de paixão
Ressucito letras mortas
Vãs palavras de morrer
Terça-feira, 2 de Fevereiro de 2010
Dias que valem um tudo até nada
Todos os dias valem a pena
Se guardamos no coração os que já partiram
Se sentimos saudades dos que estão longe
Então só resta acreditar em nós
O dia de amanhã vai crescer melhor
Nunca te esqueças de festejar o hoje
Ele é uma espécie de tudo
O amanhã é apenas um nada
Que tu vais construir
Um nada que te faz mais forte
Tão pouco tempo dura
No futuro queres encontrar
Aquele que foste
Nunca o que vais ser
Queres Voltar atrás
Procurar nas tuas recordações
Acreditar num futuro que agora
é um tudo cheio de nada
Se guardamos no coração os que já partiram
Se sentimos saudades dos que estão longe
Então só resta acreditar em nós
O dia de amanhã vai crescer melhor
Nunca te esqueças de festejar o hoje
Ele é uma espécie de tudo
O amanhã é apenas um nada
Que tu vais construir
Um nada que te faz mais forte
Tão pouco tempo dura
No futuro queres encontrar
Aquele que foste
Nunca o que vais ser
Queres Voltar atrás
Procurar nas tuas recordações
Acreditar num futuro que agora
é um tudo cheio de nada
Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009
Voltar às palavras
As palavras doem mais
Quando são de partida
O dia está morrendo
Isto não é nada
Chegamos até aqui
Rapidamente sem pensar
Contas-me ao ouvido
Porque tem tanta luz
Este dia tão sombrio
Quando partes
Rapidamente sem pensar
Conta-me ao ouvido
Porque não tem luz
Este dia tão quente
Este dia tão sombrio
Contas-me ao ouvido
O que a dor sente
Pedi que fosses embora
Sem tua doce loucura
As palavras doem mais
Quando são de partida
O dia está morrendo
Isto não é nada
Sem a tua doce loucura
Quando são de partida
O dia está morrendo
Isto não é nada
Chegamos até aqui
Rapidamente sem pensar
Contas-me ao ouvido
Porque tem tanta luz
Este dia tão sombrio
Quando partes
Rapidamente sem pensar
Conta-me ao ouvido
Porque não tem luz
Este dia tão quente
Este dia tão sombrio
Contas-me ao ouvido
O que a dor sente
Pedi que fosses embora
Sem tua doce loucura
As palavras doem mais
Quando são de partida
O dia está morrendo
Isto não é nada
Sem a tua doce loucura
Domingo, 11 de Outubro de 2009
Vontade de vitória de vencer
Pode ser que desta vez venha a ganhar
Rezarei que desta vez tenha mais sorte
Outra vez tropecei com vontade de vencer
Um poema, um segundo uma vitória
Inesperadamente um verso
Perversa ideia de vencer
Pede a Deus um perverso
Dom de glória
Vitória efémera até perder
Perda de vontade até ganhar
Parar com sede de vencer
Beber da verdade sem parar
Rezarei que desta vez tenha mais sorte
Outra vez tropecei com vontade de vencer
Um poema, um segundo uma vitória
Inesperadamente um verso
Perversa ideia de vencer
Pede a Deus um perverso
Dom de glória
Vitória efémera até perder
Perda de vontade até ganhar
Parar com sede de vencer
Beber da verdade sem parar
Terça-feira, 15 de Setembro de 2009
Sorriso que deslumbra o mundo no sonho
Sorriso que deslumbra o mundo
Negação em solidão
Na última oportunidade
Que deslumbra
Contemplar cortas fundo
Porto de coração
Dorme da liberdade
Que deslumbra
Percorre os mares voando
Com a palma na mão
Tempestade de verdade
Que deslumbra
Tropeça neste espaço profundo
Undoso em determinação
Contentamento de saudade
Que deslumbra
Negação em solidão
Na última oportunidade
Que deslumbra
Contemplar cortas fundo
Porto de coração
Dorme da liberdade
Que deslumbra
Percorre os mares voando
Com a palma na mão
Tempestade de verdade
Que deslumbra
Tropeça neste espaço profundo
Undoso em determinação
Contentamento de saudade
Que deslumbra
Subscrever:
Mensagens (Atom)
